Arte da Capa: Igor Pineli

Salve, Dudes! No (infantil) papo de hoje, Raphael, Andrey e Rhuan falam sobre a época que eram crianças e as suas opiniões sobre os pequeninos!

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Deysson e Sophia

Enzo

Sophia

Duração: 01h10min11seg

Tamanho: 51,8MB

Créditos: Music by audionautix.com under Creative Commons License 3.0

Music by incompetech.com under Creative Commons License 3.0

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  • Salve Dudes! Compelido pelo excelente episódio venho por meio deste saudá-los e elogiá-los de modo efusivo. Esse episódio realmente falou comigo e me fez relembrar 3 histórias sobre o meu notável senso de direção em uma época onde os guias de ruas eram imensas resmas de papel.
    Primeiro vou localizá-los no contexto da época. Eu sou filho de uma mãe evangélica, fanática, que morava no Bairro da Bela Vista (conhecido como Bexiga), localizado na zona central de São Paulo. Esse recanto da boemia paulista, com veias itálicas, é por exemplo onde está localizada a Vai Vai, famosa escola de samba e também onde acontece a tradicional Festa de Nossa Senhora de Achiropita.
    Estando localizados vamos aos acontecimentos.

    O primeiro fato eu tinha uns 4 para 5 anos de idade. era um feriado e naquele ano a Av 23 de Maio, um importante corredor ligando norte e sul da cidade estava fechada para os carros, com muita gente praticando esportes, andando, correndo, enfim…. Meu pai teve a excelente ideia de levar eu e minha irmã, 3 anos mais nova do que eu, para uma volta na avenida. Lá ficamos, passeamos… e eu me perdi do meu pai. Não conseguia reencontrá-lo e então me ocorreu a ideia de voltar para casa sozinho para ver se encontrava ele. Consegui fazer o percurso que era razoavelmente perto (eu morava na Rua Humaitá, se olharem no google maps acho que dá menos de 1km). Isso porque o bairro me era bem familiar. Minha mãe ia com a gente para a igreja e eu passava naquelas ruas quase todos os dias então foi fácil. Não foi fácil as cintadas que levei do meu pai quando nos encontramos em casa por deixá-lo preocupado. kkkkk

    Segundo fato, fui uma vez com minha mãe na casa de uma amiga em Ferraz de Vasconcelos. Eu tinha uns 6 anos na época. Fiquei com a memória de um delicioso e simples arroz com carne moída que comemos na casa da “irmã”… (que não me lembro o nome). Ok. Depois de uns meses, lá fomos nós denovo visitar a “irmã” e minha mãe quando chegou na estação não se lembrava do endereço dela. Disse eu para minha mãe: “Eu lembro onde é!” E saí andando cara… Sei lá como… chegamos na casa da amiga dela… Hoje, quando me lembro dessa, não sei se é verdade ou não…. sabe aquele lance de subscrição de memórias (memórias falsas que guardamos)… sei lá… só sei que foi assim…

    O terceiro fato. Como disse sou um prodigioso guia de ruas, especialmente do centro sul de São Paulo, graças a morar durante toda a minha primeira infância (até os 12 anos) no centro e também a minha mãe, que sempre nos levava para evangelizar (sim, eu saia pra distribuir folhetos e pregar com a minha mãe) em vários locais. Nesse fato eu tinha 9 anos mais ou menos e era dia das crianças. Meu pai levou eu e a minha irmã para o Ibirapuera e lá estava tendo aqueles shows com atrações infantis, sorteios e etc. Aí descobrimos que iam sortear um Master System, depois do show do Patati Patatá (sim… esses personagens são bem velhos). Ok… preenchemos os papéis para participar do sorteio. Foi entardecendo e meu pai e minha irmã ficaram cansados e queriam voltar pra casa. Mas eu não queria perder “meu” Master System! Peguei, dei um perdido no velho e fiquei por lá… Assisti o show dos palhaços e chegou a hora do grande sorteio! [Passagem de tempo] Cheguei em casa, levei um “coro” do meu pai por ter me perdido dele e não ganhei o sorteio. Ahh ilusões infantis! =P

    Sobre as opiniões do Rhuan sobre infância, eu as achei um pouco conservadoras demais. É normal que olhemos o passado com mais brilho e saudosismo. Na verdade não existe uma época melhor, nem pior, apenas diferente da das crianças de hoje. Meu pai e minha mãe juram que na época deles a infância era melhor e assim por diante. Sim, as crianças e adolescentes tem a impressão de que viram demais e estão com saudosismo de 5 anos atrás… mas nós também. Eu já tenho saudade da época que comecei o PQPCast! A sensação de que o tempo passa mais rápido ajuda isso acontecer. E em minha opinião é algo que tende a se intensificar cada vez mais à medida em que o fluxo de informações e conteúdo aumenta e se intensifica. Não tem como pedir para as crianças serem tão puras quanto 20 anos atrás ou mais porque naquela época éramos bombardeados por menos conteúdos. Existiam também mais acesso a programas infantis na TV aberta. Hoje a criança é obrigada a acessar a Internet para ter acesso a programação condizente com a sua idade.

    Enfim… caras… parabéns. Esse é um dos episódios mais singelos e bacanas que ouvi esse ano. Não costumo escrever muito e acho que já passei das 500 palavras. Obrigado e sucesso aos Dudes. Efusivos ósculos!

  • Jorge Augusto

    Salve Dudes infantes!

    Olho pros comentários de vocês e encontro o Julião do PQPCast. E o legal é que eu acabei de comentar no episódio de Stranger Things deles. Kkkkkkkkkkk

    Voltando ao episódio de vocês, mano do céu… Dedey! Esse episódio foi revelador pra mim. Não quanto ao Rhuan, porque sabemos que ele é o que é desde as origens, mas porra, Dedey… Coitada da Sofia! Uma menina tão meiga… Hehe

    Brincadeiras à parte trio, o episódio ficou sensacional como sempre. A vírgula sonora é, sem sombra de dúvidas, a mais fofinha do Dudecast. Alguns mind blows à parte (e eu ainda não acredito que o Raphael era tãããããããão quietinho assim), padrão Dudecast de episódio. Traduzindo, foda demais.

    Grande abraço a vocês e até o próximo comentário.

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